Postado dia 10 de novembro de 2008

Lembra daquela famosa campanha veiculada aqui em Curitba para melhorar a nossa vida no trânsito? Reconhecida e premiada em diversos lugares, a campanha foi responsável em reduzir 85% do número de infrações da época.
A Companhia de Transporte de Londres tem uma tarefa parecida: reeducar o motorista. Não utiliza bichos e, muito menos, musiquinhas que ficam em nossas cabeças por horas. O principal recurso aqui é impactar o espectador com testes de atenção e, assim, mostrar o quão desatentos nós, motoristas, somos (mesmo com o mais alto nível de atenção). Para aqueles que acham que conseguem perceber tudo, gostam de resolver um mistério e, principalmente, acham que são ótimos motoristas, vale a pena conferir esta produção inglesa.
O site contém mais alguns testes interessantes e impressionantes. Confira!
Postado dia 3 de novembro de 2008

Como um grande fã de seriados (apenas alguns), de vez em quando encontro algumas versões brasileiras por aí de seriados que respeito muito.
A versão de hoje não é nada horripilante como “Donas de Casas Desesperadas”. Muito pelo contrário. É uma produção que passa credibilidade, respeito e muita comédia.
Baseada levemente (e não descaradamente como outros) no seriado “The Office” (com versão americana e britânica), “O Que Que é Isso” é uma maneira muito inteligente e divertida de entretenimento de marca. Patrocinado pela empresa de hospedagem Locaweb e produzido pela O2 Filmes, o seriado documenta a vida de alguns personagens dentro de um escritório. Um chefe maluco e egocêntrico, uma secretária gostosa, a mulher do financeiro e, neste caso, o cara da TI como um dos personagens principais. Independente de direção, arte, fotografia e montagem geniais, o que se destaca mesmo é a atuação de quase todos os figurões do escritório.
Vale a pena conferir e se divertir.
Postado dia 30 de outubro de 2008

Enquanto estava a procura de referências para um job aqui da agência, acabei encontrando um belíssimo site com inúmeros personagens conhecidos e desconhecidos de todos os tempos. E o mais divertido de tudo, agora você pode tê-los, basta montar. Se trata do Cube Craft, uma espécie de toy art de papel. Então, quem quiser ter o seu Indiana Jones de mesa ou um Darth Vader de cabeceira tem a chance. É só baixar, recortar (com tesoura sem ponta), montar e ser feliz. Acesse: www.cubeecraft.com
Postado dia 28 de outubro de 2008

Tomar a frente em uma banda não é tarefa fácil, e quando se alcança o tão esperado sucesso é preciso decidir que tipo de papel (e, principalmente, personagem) representar. Você quer usar o seu poder como pessoa pública para o bem, espalhando a boa-ação e repudiando o fashion? Ou agir fora de controle e fazer comentários agindo desbocada e imprevisivelmente? Talvez queira forjar uma conexão profunda com seus fãs noite após noite? Bom, alguns cantores desafiam classificações ou mudam de uma categoria para outra (como Liam Gallagher, que passa de Pseudo Diva a incomodado), mas o fato é: podemos enquadrar a maioria de Frontmans (e frontwomans) em alguma das categorias a seguir. Com todo o prazer, apresento agora o Guia do 10 tipos de Frontmans mais comuns.
1. O CAOS

Quando o “Caos” é quem bate o martelo em uma banda, você nunca saberá se seu dinheiro foi bem investido em um show. Estes voláteis e imprevisíveis futuros internos de uma clínica de reabilitação pareces passar suas noites (e dias) festando, fazendo showzinhos pessoais, quebrando quartos de hotel e tomando seu rebite com coca. Quando chega a hora do show, eles já estão muito cansados ou de saco-cheio para interpretar corretamente, ou provavelmente estão loucos demais para ficarem no palco, e seria preciso quase uma camisa de força para evitar um colapso total. Axl Rose exigindo um jantar de roast beef exatamente no momento de se apresentar é o tipo de coisa que você pode esperar do “Caótico”.
Outros caóticos: Amy Winehouse, Pete Doherty, Courtney Love
2. O ESPASMO

Graças a Deus, um baterista como Dave Grohl saiu de trás da bateria depois de sua carreira no Nirvana, porque esse cara tem uma energia em um nível caótico que tem que ser liberada de alguma forma. Estamos falando de uma energia com proporção nuclear que os fãs do Foo Fighters aproveitam toda vez que ele faz um show ou dá uma entrevista. Como o Dave, o “Espasmo” é conhecido por ter uma energia insana no palco, pulando e se mexendo como uma criança hiperativa tomando redbull, meio no estilo Silêncio dos Inocentes, com um grampo preso na região íntima, que por sinal não é uma coisa fácil de se fazer. É cansativo até de assistí-lo, e você fica se perguntando o que ele faz noite após noite sem ter um infarto ou coisa do tipo.
Outros Espasmos: Gerard Way, Andrew WK
3. O EXCÊNTRICO

O excêntrico é um infinito de fashion, mas, longe de ser alguém que faz tendência, as regalias dele ou dela são tão ultrajantes que parecem sair de um planeta paralelo em que Elton John representou a evolução cultural absoluta. O excêntico pode parecer ter a melhor auto-confiança com seu vestido vermelho, ou parecer um extintor, dependendo de como você olha para ele. Bjork e seus adereços florais de rosto ou as meias de joelho de Patrick Wolf, glitter no corpo e asas de anjo. Toda aparição pública é como abrir um kinder ovo, só que com o chocolate mais gostoso e a surpresa que muitas vezes deixa o brinquedo questinável.
Outros excêntricos: Sabina Sciubba (Brazilian Girls), Cher
4. A PSEUDO DIVA

Uma Pseudo Diva não é tão exigente e ultrajante quanto, digamos, uma Diva original (como Mary J. Blide com sua privada de ouro, Mariah Carey com seus chás para garganta com canudinhos flexíveis ou Jamie Foxx com sua exigênica de ser tratato como um ator sério). Mesmo assim elas têm motivos de sobra pra irritar você. Pegue por exemplo o pedido do The Killers para nunca serem questionados sobre cabelo na cara ou Jesse Lacey proibindo qualquer captação em seus shows, completando com uma espécie de vallet de câmeras na entrada dos shows. Em suma: é o entretenimento no século 21. Você terá a sensação de que qualquer descuido perto dela irá resultar em uma erupção de um vulcão na Pompéia, ou talvez uma nova crise da Britney Spears.
Outros Pseudo Divas: Rivers Cuomo, Kanye West
5. O INCOMODADO

Quando o incomodado sobe no palco você sente que ele está de algum jeito não querendo estar ali, mesmo que esteja fazendo o trabalho que ELE MESMO escolheu. Quase como se ele preferisse cantar pelo telefone no viva-voz. Chegando perto da interação-nenhuma-com-o-público, não existe nem introdução nas músicas - basicamente a pessoa mais quieta e menos emotiva do mundo. Enquanto o Arctic Monkeys consegue de algum jeito fazer bonito no palco show após show, Alex Turner fica com sua performance sem sentimento ou emoção. Assim, você se pergunta se o incomodado tem pânico do palco, se está na sua zona de conforto, ou deseja que a performance acabe logo pra poder voltar ao conforto dos braços de seu caso atual no quarto do hotel.
Outros Incomodados: Thom Yorke, Liam Gallagher
6. O COMANDANTE

Se alguém como Dave Gahan fala pra você erguer suas mãos e mechê-las freneticamente no refrão de uma música, você certamente irá fazer isso até ele mandar parar. O comandante tem de forma impressionante a atenção total do público, e pode fazer com que você faça parte do show - balançando celulares acessos, cantando junto em alguns versos, ajudando na batida, dançando como galinhas, tanto faz. O comandante é um líder nato, e tem o respeito e a adoração total de cada fã babão.
Outros comandantes: Josh Homme, Trent Reznor, Richard Ashcroft
7. O POLÍTICO

Muitos líderes de banda tomam o caminho do político porque é um caminho óbvio de alcançar uma grande audiência, e nesse caminho ninguém é melhor que Bono do U2. Os compromissos políticos dele se entrelaçam entre suas músicas e letras - ele faz com que a própria missão pessoal seja combater a epidemia da AIDS no mundo, ou a fome nos páises do terceiro mundo, ou a cura para pessoas que tem coçeira quando usam roupas de academia. O político encoraga fãs a apoiar os que não têm privilégios, o que não é uma má idéia, mas considerando que se deve pagar para ver uma performance do Senhor político (300, 600, 900 reais muitas vezes), talvez você entre na linha de pobreza por causa do show. Algumas pessoas queriam que o político só calasse a boca e tocasse suas músicas, enquanto outras prometem que irão seguir sua missão onde quer que ela estejam.
Outros Políticos: Chris Martin, Zack de la Rocha, Thom Yorke
8. O FASHION

Ao contrário do “Excêntrico”, que usa roupas impossíveis de serem usadas, o Fashion é super bem vestido com as última tendências em todos os shows. Pense em todas as tendências que Gwen Stefani lançou com sucesso - o bindi, a pintura de olhos, os shorts curtos, e muito antes de sua marca L.A.M.B. ser criada. Fazendo isso, o Fashion pode influenciar uma legião de sósias, de fãs á outras bandas, e eventualmente o shopping.
Outros Fashions: Alex Kapranos, The Kooks, Jarvis Cocker
9. O DUBLÊ

Igual ao “Spasmo”, o dublê é um performer entusiasmado que desafia seus limites no palco com força olímpica e pulos, gritos e corridas de um lado do palco ao outro além de outros movimentos da arte marcial. Eles escalam os equipamentos, dão mosh e fazem coisas imprevisíveis quando estão tocando. Ricky Wilson do Kaiser Chiefs faz isso muito bem, pirando a cabeça, surfando na multidão ou causando danos ao seu bem-estar. Aliás, todo mundo sabe que danos ao bem-estar é um ótimo espetáculo. Talvez o melhor de todos.
Outros dublês: Rou Reynolds, Pete Wentz
10. O BROTHER

O brother, exatamente o oposto do incomodado, presenteia aos fãs com seu set musical impecável e contexto para cada letra. Espere uma setlist cheia de anedotas e falatório, interação com os fãs e a sensação de que você está tendo um show particular na sala de sua casa. O brother diz coisas do tipo “(sua cidade) tem a pláteia mais linda” e realmente acha isso a verdade do momento. O amigo tem a grande chance de conseguir interação com a pláteia, como uma cerveja do bar enquanto ele afina a guitarra.
Outros Amigos: John Mayer, Gary Lightbody, Dallas Green
Bom, essa é uma lista boa. Que tipo de atuação ou comportamento você consegue lembrar além desses? E a pergunta que não quer calar: por raios, aonde o do Michael Jackson se encaixa nisso tudo?
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Texto traduzido daqui, Much Music.
Postado dia 22 de outubro de 2008

Vou falar de um assunto bacana. Tatuagem. Você gosta? Não gosta? Rockeiro e tattoo sempre tiveram muito a ver, talvez pela idéia de que marcar algo no corpo pro resto da vida é algo extremo, sei lá. O fato é: Rock n Roll e Tatuagem tem tudo a ver. Seja por homenagem ou superstição, muita gente faz. Inclusive eu, Faço a minha hoje. Vai ver por isso lembrei do assunto e pensei em umas figurinhas que também tiveram a pira que eu lembro, vejae:

Brandon Boyd de incubus

Fred Durst

Não podia faltar a mocinha mais tatuada da música, Amy ( e que acredita que as tatuagens trazem força para a carreira)

Dave Grow
Logo mais eu vou mais a fundo na questão. Hoje tá fueda aqui na agência. Valeu!
Postado dia 21 de outubro de 2008

Apesar de não ter feito ainda um bonito sol para valorizar ainda mais esse horário, eu digo com ênfase e felicidades, bem-vindo Horário de Verão (em letra maiúscula porque este é o cara). Depois das mulheres de biquini, o horário de verão é o momento mais esperado desta estação tão maravilhosa.
Eu felicito tanto este horário porque eu detesto escuridão. É por isso que odeio filmes de terror. Quanto mais claro, quanto mais luz, é muito melhor.
Vemos os parques cheio de pessoas praticando exercícios saudáveis. Famílias brincando nos gramados. Andando de bicicleta. Jogando futebol. Sem dúvidas, é muito mais gostoso.
Eu sei que no começo é um pouco difícil de se acostumar (né, Gus?), mas logo nos adaptamos e aproveitamos esse dias tão incríveis.
Que a escuridão da noite venha somente após às 21hs para coroar o nosso sono. Mas que até esse horário, a luz do sol permaneça para vislumbrar o nosso dia.
Bem-vindo, ó senhor das famílias felizes, dos parques cheios e inimigo das calorias. Bem-vindo, querido Horário de Verão!
Postado dia 20 de outubro de 2008

Para o Quadrado não se tornar tão quadrado assim, a gente resolveu mudar algumas coisas. E essas mudanças começam hoje, como você pode ver, com o topo. Um topo padronizado para todos e que representa a igualdade entre os quadrados e nos ajuda (leia-se “me ajuda”) a não esquecer de colocar o nome de quem está escrevendo o post.
Agora a gente não tem temas definidos. Vamos escrever sobre o que tivermos vontade no dia. Por exemplo. Hoje estou com vontade de escrever sobre um cd novo que comprei quinta-feira. JET - Get Born, na verdade é um cd velho, mas pelo fato de tê-lo comprado, ele tornou-se novo para mim.
Mas agora não quero mais escrever sobre um cd velho e novo que comprei. Agora a vontade é de, como um macmaníaco, exibir e comentar o mais novo macbook. Agora, pelo jeito, não tem mais preto e branco e não fica mais tão sujo (olha só Zé!). Gostei. Achei bonito. Só quero ver o preço aqui pelo Brasil.
E por último, o assunto da vez é sobre o novo espaço que estamos abrindo aqui no blog. Um espaço para todos aqueles que querem escrever sobre comunicação, idéias, criatividade. Tem alguma idéia? Escreva um texto e mande para “blogquadrado@gmail.com” que qualquer dia a gente publica.
Bom. Como mudanças são frequentes (agora sem trema!) em qualquer lugar (incluindo a língua portuguesa), o blog quadrado também muda. E, pelo fato de mudar como todo mundo, isso o deixa cada vez mais quadrado.
Postado dia 15 de outubro de 2008

Você já batucou na perna, na mesa, já fez beatbox e já praticou airdrums. Eu vim falar disso mesmo. O grupo de percussão corporal Barbatuquesfaz todo tipo de som apenas com o próprio corpo. Lembra aquela propaganda da Nike que o Ronaldinho Gaúcho recria jogadas de quando era pequeno? Tá na mão AQUI. A trilha é deles. Ficaí o texto de divilgução deles:
O grupo é formado por André Hosoi, André Venegas, Bruno Buarque, Dani Zulu, Fernando Barba, Flávia Maia, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Lu Horta, Mairah Rocha, Marcelo Pretto, Maurício Maas e Renato Epstein.
O Barbatuques desenvolve um trabalho artístico baseado na exploração dos inúmeros sons que podem ser produzidos pelo corpo humano. Palmas, estalos, batidas no peito, sapateados, vácuos de boca, efeitos vocais e vários outros sons corporais são transformados em ritmos e melodias através de catorze músicos em movimento.
O grupo se afirma por resgatar sons orgânicos e tribais colocando-os em contato com sonoridades contemporâneas e celebrando o corpo como fonte infinita de música.
O trabalho artístico do grupo é apresentado em palcos de diversos países e resultou no lançamento dos CDs Corpo do Som (2002) e O Seguinte é Esse (2005), e do DVD Corpo do Som ao Vivo (2008).
Vencedor em 2006 do Prêmio Tim de Música na categoria de melhor grupo de MPB, o grupo na mesma época ministrou workshops ao elenco do espetáculo “Saltimbanco” do grupo Cirque de Soleil. Músicas do Barbatuques foram utilizadas em campanhas publicitárias mundiais da Nike e Heineken e mais recentemente em filmes como “Tropa de Elite” e em games da Microsoft, como “Shadowrun”.
Em 2007 o grupo esteve por quatro vezes no exterior. Durante os meses de abril e maio participando do Festival Tensamba nas Ilhas Canárias e realizando workshops em Senegal. No mês de agosto realizou shows na Colombia e em setembro Fernando Barba e Marcelo Pretto participaram em Paris da gravação de CD da cantora francesa Camille. O grupo retorna para a Europa em dezembro passando pela França, Espanha e Portugal, promovendo o pré- lançamento do DVD Corpo do Som ao Vivo.

É a minha dica da semana, muito bom, som puramente brasileiro.
Eles tem site ó: www.barbatuques.com.br .
Postado dia 13 de outubro de 2008

por Gustavo Ribas
Nesta sexta-feira (por pouco uma sexta-feira 13) que passou tive a oportunidade e o privilégio de assistir, no Festival de Cinema do Paraná, o novo filme de José Mojica Marins, o Zé do Caixão.
A Encarnação do Demônio, mesmo com mulheres saindo de dentro de porco, baratas e beijos com mortos-vivos, é divertidíssimo. E mesmo sendo uma mega-produção, com direito a supervisor de efeitos especiais, a essência trash do mestre do terror brasileiro não abandona a sala de cinema, fazendo todos caírem na risada quando o Zé atua.
Enfim. Vale a pena assistir. Mas por mais que seja trash é preciso tomar cuidado. Para quem não está acostumado com tanto sangue, é muito fácil passar mal. Como disse, tem supervisor de efeitos especiais. Então calcule que as coisas são um pouco mais reais do que um filme trash apresenta na maioria das vezes.
Confira o trailer e o site especial do filme.
Postado dia 8 de outubro de 2008

Olá, tudo bem? Não nos vimos semana passada, motivos de sáude. Nada que não tenha se curado nessa quarta-feira de hoje. Pra esse post, só o título bastava eu acho. Mas faço questão de falar dele aqui. O cara.
Na revista Maxim desse mês,”Cool e Explosivo”. Na Rolling Stone, 4 estrelas para o seu mais novo álbum. Tudo isso, claro, é reflexo de uma carreira que vem fazendo desde os 19 anos, quando entrou na escola de música de Berklee em Boston. Depois disso, Mayer criou muita coisa pop, mesmo porque ouvia muito pop também. Mas também se apaixonou pelo blues, e foi essa mistura que garantiu seu equilíbrio como artista.
John apoiou sua carreira em sucessos que agradam críticos e bons ouvintes, patricinhas e bluzeiros. Depois de mostrar que sabe fazer bem feito, em 2005 começou a buscar sons que vão atrás de suas raizes. Como ele mesmo disse, ele estaria nesse momento “fechando a loja de sensibilidade acústica”.
Eles tem lugar garantido na minha playlist atual, como fez a um ano atrás com o Cd Room for Squares, presente que ganhei de um amigo. Agora o que ouço dele é o mais novo cd e Dvd Where the Light Is, um show dividido em três partes, onde toca seus sucessos pops, depois toca com seu Trio covers de antológicos músicos como Ray Charles, Tom Petty, Hendrix e Stevie Ray Vaughan e volta pra seus sucessos, desta vez com a banda completa. Arrepiante o improvisso anterior a Neon, a primeira do set 1. O Jamming anterior a I don´t trust myself on loving you também ficou muito agradável. O resto é muito bom também, tem minha garantia.
Nas palavras de Mayer, sobre como encara tudo o que fez, ele afirma:
“Você tem que tentar fazer com que as pessoas deixem de conhecer quem é você, seu som costumeiro. ;
Uma parte de mim não gosta quando tudo acontece conforme o planejado. Ninguém gosta quando tudo funciona sem mudanças. Quando eu tinha 25, eu não queria que as coisas dessem 100% certo. Eu sabia que aqueles anos eram pra batalhar e errar, não necessariamente pra acertar. ;
Só é divertido quando você não sabe qual é o próximo passo a dar. É como pegar algo na água, jogar de volta, e depois tentar pegar novamente. É isso que quero fazer em toda a minha carreira.”
(Trechos retirados do dvd Where the light Is, introdução.)

Postado dia 6 de outubro de 2008
por Gustavo Ribas
Uma das melhores coisas de filmar é, na minha opinião, experimentar coisa. Assim, sempre quando estamos com uma câmera na mão as idéias fluem em direção do “algo nunca visto antes”.
E foi assim que, durante as filmagens do curta Caleidoscópio, surgiu o Microscópio. 10 segundos de filme, uma mega produção e fantástica atuação.
Microscópio from Gustavo Ribas on Vimeo.
Tire suas próprias conclusões, afinal, melhor do que fazer testes é ouvir os comentários a respeito deles.
Postado dia 30 de setembro de 2008
Zé Luís Schmitz escreve todas as terças-feiras sobre publicidade no Quadrado.
Os homens da internet estão cada vez descobrindo novas maneiras de fazer publicidade nesse grande meio. O Youtube já está chegando lá e vai ganhar muito com essas novas tendências.
Uma delas é o vídeo do Nintendo Wii para o jogo Wario Land. É muito interessante. Veja aqui.
Além disso, o Youtube também tem um projeto, que ainda está em BETA, em que os internautas podem editar e dublar os vídeos postados lá. Com certeza, a publicidade vai utilizar muito essa tendência. A Revista Capricho já utilizou. Entre no hotsite e veja os vídeos de famosas falando sobre o mundo pink. O da Britney é imperdível. Hilário.
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Postado dia 29 de setembro de 2008

por Gustavo Ribas
Peço desculpas pela falta de orginalidade do título, mas agradeço à oportunidade cedida pelo meu amigo Pedro. Enquanto ele menciona as coincidências nas músicas, eu, depois de alguns dias sem postar, tomo a liberdade de apontar as cópias de uma obra audiovisual presente no nosso maravilhoso mundo do entretenimento.
Uma das séries da qual sou fã é Desperate Housewives (se não assistiu, vale a pena assistir). Produção boa, atuações boas e, o principal, perfis de diferentes mulheres que, na verdade, representam uma mulher no completo. A série atualmente encontra-se na quinta temporada e sempre mantém o tom original, sarcástico e de humor negro presente desde o seu primeiro episódio.
Falando em originalidade, cheguei a acreditar que uma série dessas não duraria 3 temporadas pela exacerbação de elementos e criatividade presentes em cada episódio. É quase um brainstorm de “como é que eu não pensei nisso antes” (pelo menos para mim). Enquanto uma dona de casa revela o corpo do marido em seu refrigerador, a trilha sonora alcança ápices de desenhos animados do estilo Mickey e Donald.
Agora deixando a originalidade um pouco de lado, alguns gênios brasileiros, observando o sucesso que a séria fazia (e ainda faz!) nos Estados Unidos (e no mundo), resolveram adaptar uma versão Latino Americana (não é apenas brasileira) do seriado.
O que antes era Desperate Housewives virou Donas de Casa Desesperadas. Ótimo título, se fosse um seriado orginalmente criado aqui. Produção boa e abertura bem bolada. O problema é que a adaptação virou uma cópia barata de algo “não-copiável”. Planos idênticos (alguns apenas invertidos, como se estivéssemos vendo a série original no espelho), narrações e falas idênticas e, como se não bastasse, a co-produção entre brasileiros e argentinos gerou episódios em que atores brasileiros falam e atores argentinos são dublados.
Enfim. É uma pena que um povo tão criativo como nós, brasileiros e também argentinos, tenha idéias tão desesperadoras como essa. E se esse é um blog que fala da criatividade, esse post aponta a falta dela.
Deixo parte do primeiro episódio de Desperate Housewives e parte do primeiro episódio de Donas de Casa Desesperadas para você conferir e comentar.
Postado dia 24 de setembro de 2008

Olá, buenos dias! Depois do post passado muita gente veio falar comigo sobre as músicas, e quais são realmente plágio, quais não, o que achava e etc. Queria agradecer a ajuda, legal saber que o povo lê o blog, pensa no assunto e tudo mais.
Brunão, é verdade, não é plágio uma da outra, é a mesma música. Eu já tinha escutado a do Soda Stereo, e é mais homenagem mesmo. Celotas, pare de falar que Ao meu redor é plágio, foi só uma infelicidade do Moisa, hehe. Robson, nunca tinha ouvido essa história, fui atrás, e é verdade. Tae, são a mesma música também. Luís, não entendi seu comentário, eu sou lerdo, sorre. Cleverson, um link certo, AQUI . Aí tem a definição de plágio e etc, bem legal.
Fiquei essa semana achando mais músicas. é claro, a lista é menor, mas tudo bem. Fique a vontade pra dar pitaco e falar qual música parece com qual. Tem alguma aí na mão?
What I Got - Sublime x Lady Madonna - Beatles
Warning - Green Day x Picture book - The Kinks
Crying x Crazy - Aerosmith (hummm)
Hair of the dog - Nazareh x Day tripper - Beatles
Que País é Este - Legião Urbana x I Don’t Care - Ramones
Look What you Have Done - Jet x Sexy Sadie - Beatles (tanto a base no piano quanto a própria letra, o clima da música)
My Fairy King - Queen x Highway star - Deep Purple
Já Sei Namorar - Tribalistas x Family Affair - Sly and Family Stone
Meu primo Zé - Camisa de Vênus x My Perfect Cousin - Undertones
Under Presure - Queen x Ice ice baby - Vanilla ice
Basket case - Green Day x Canon in D - Pachabel (essa é esquisita, mas se parecem mesmo)
Paz e Amor - Nenhum de nós x Amor, meu grande amor - Barão Vermelho (A intro)
O-bla-di o-bla-da - Beatles x Why dont you get a job - Offspring (valeu MArlon!)
Bom, é isso, vale a pena ouvir e ficar pensando “Caraca, é igual mesmo!” Até a próxima!
Perfil

Gustavo Ribas
"Quadrado de carteirinha, produtor de filmes, colecionador de baralhos e incentivador oficial de pessoas que acham que não são criativas".

Zé Luís Schmitz
"Entre livros, partidas de futebol, jobs publicitários e pães com feijão, está lá o Zé Luís".

Pedro Falcão
“Diretor de arte em 70% do dia, no resto faz Rock n Roll, toma café e fala besteira, muita besteira”.

Felipe Alcântara
“Afixionado por arte desde que descobriu como sujar o colega com tinta guache. Com passar do tempo ele tomou jeito e virou Diretor de Arte”.

Eduardo Rebola
“Redator publicitário de poucas palavras”.
