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Graziely Prezutti assume comunicação e marketing da Afece

Postado dia 29 de janeiro de 2009

A Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial contratou a publicitária Graziely Prezutti, com experiência em diversas agências de publicidade dentro e fora do país para fazer a Coordenação de Comunicação e Marketing da Instituição. Graziely começou sua carreira no Terceiro Setor na coordenação de comunicação da ONG ACRIDAS em 2005, onde teve seu primeiro contato com crianças em risco social e pessoal.
Sua experiência com a Responsabilidade Social se baseia em campanhas de conscientização, ações táticas de marketing, criação de produtos sociais, projetos de metas envolvendo captação de recursos e assina campanhas publicitárias com apelo social através de parcerias que manteve durante sua carreira, como o apoio do ator Marcos Frota, da apresentadora da BAND Monica Gulin, Soft Vídeo, José Oliva proprietário da Nova Comunicação, Sergio Albuquerque, diretor da 3DGARAGE (SP), etc.

Profissional de comunicação há 16 anos, Graziely teve na sua trajetória no Terceiro Setor sua grande paixão. “Trabalhamos para valorizar uma marca como em qualquer empresa, com a diferença de que nosso produto vive, pensa, age e transforma a realidade em que vivemos.” comenta a profissional de mkt.Para ela, a intervenção social que as Instituições promovem é o fator decisivo para profissionais especializados buscarem especialização no segmento.

Graziely:”Grandes e novas metas deverão ser cumpridas”.

“A AFECE tem esta filosofia de trabalho e suas macro-metas atingem objetivos ousados, como manter o título de referência no atendimento a mais de 100 pessoas com deficiência intelectual com acentuado grau de comprometimento. Isso é um desafio a ser trabalhado todos os dias. Seja na comunicação e/ou no marketing, seja no atendimento personalizado dos profissionais da educação e saúde. É um orgulho fazer parte deste grupo de profissionais qualificados e comprometidos com resultados”, completa Graziely Prezutti.
A AFECE está com a campanha do Metro Quadrado assinado pela agência curitibana Ópus e Multipla, empresa solidária e parceira há anos, bem como grandes nomes do cenário da comunicação, como o empresário Michel Rodrigues, proprietário da agência Savannah Comunicação, Rulian Maftun, diretor do Grupo Lumen de Comunicação, Rodrigo Rodrigues da Ópus e outros voluntários que compõem o grupo de marketing que trabalha em parceria com a coordenação da Instituição.

Situação do terceiro setor no interior do Paraná

Postado dia 25 de setembro de 2008

Na semana passada aconteceu em Maringá um evento sobre o terceiro setor, promovido pela Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM).  O assunto discutido foi as diferentes formas de captação de recursos para a manutenção dos programas assistenciais das entidades. O que pode ser notado é a dificuldade das entidades de terceiro setor no interior do estado para promover campanhas, eventos dentre outras iniciativas para conseguir recursos.

Nessa ocasião uma entidade de Curitiba foi convidada para apresentar seu case de sucesso na captação de recursos e ao mostrar seus diferentes mecanismos na busca de apoio financeiro, a associação foi muito elogiada não apenas por isso, mas também pela contrapartida da entidade aos investidores sociais.

Mas qual será o motivo das entidades do terceiro setor no interior terem tanta dificuldade na procura de incentivo? Será falta de capacidade dos gestores ou os empresários estão em dúvida se realmente o dinheiro deles será destinado aos programas de responsabilidade social.

Podemos dizer que é um pouco das duas coisas, a criatividade e a capacidade na criação de iniciativas não são todos os gestores que possuem e os investidores ou prospects ao não verem sua contribuição em algo palpável colocam em dúvida a aplicação dos recursos pelas entidades.

A solução seria sempre criar cursos, junto a ACIM, por exemplo, para capacitar gestores tanto na aplicação dos recursos, quanto na criação de campanhas e eventos para a captação de recursos e no que diz respeito aos empresários o recomendável é sempre visitar as associações para ver o investimento, o que será sempre um prazer para as entidades sérias e comprometidas com a causa.

Existem ainda outras características que as entidades devem ter. Uma delas é se tornar sustentáveis e assim diversificando suas alternativas de captação de recursos, sem depender apenas de apoios oficiais. E a outra que refiro ser a mais importante, principalmente quando o investimento é por parte dos empresários, é o efeito surpresa, ou seja, surpreenda seu investidor, ofereça uma contrapartida a ele, com isso será muito mais compensador para ambas as partes.

Dessa forma, as dificuldades enfrentadas pelo terceiro setor no interior são as mesmas que muitas entidades reconhecidas de Curitiba enfretaram no passado.

Porém, o mais positivo é saber que todos estão no caminho certo, pensando em capacitar gestores, diversificando suas atuações para alcançar a sustentabilidade.

Colaborou Diego Binder

Dia nacional do voluntariado comemore essa transformação social

Postado dia 28 de agosto de 2008

Hoje é dia nacional do voluntariado.
O trabalho voluntário é uma prática crescente na cidade de Curitiba, segundo publicação do site jornal comunicação da UFPR (Universidade Federal do Paraná), os dados revelam que até novembro de 2007, 1380 pessoas foram conduzidas ao trabalho voluntário depois de acompanharem a palestra promovida pelo CAV (Centro de Ação de voluntária) “O que é ser voluntário?”. Uma excelente notícia para as entidades assistenciais que tanto necessitam dessa colaboração. E para se tornar um voluntário não é nada difícil basta procurar alguma entidade ou se cadastrar em instituições que fazem o encaminhamento para trabalhos voluntários, como o CAV. Depois é só ter disposição e auxiliar naquilo que a entidade precisa ou aplicar os seus conhecimentos para melhorar a atuação em determinado setor.
O aposentado da coordenadoria de orçamentos do Estado do Paraná e voluntário de uma entidade curitibana, José Ademar Boetcher comenta que disponibilidade é pouco. “No trabalho voluntário, amor e dedicação são essenciais”, declara. Essa visão está de acordo com a idéia do voluntariado transformador, que não apenas ajuda, mas sim vê o seu trabalho como um investimento para melhorar o contexto dos assistidos dentro das instituições.
Além de ser um transformador social, o voluntário exerce sua cidadania e solidariedade da melhor maneira possível, conhecendo pessoas, aprendendo e adquirindo experiências. E o mais importante, esse é um quesito muito valorizado nos currículos, sendo um diferencial na disputa de uma vaga de trabalho.
Por isso divulgue e comemore esta data chamando um amigo para o trabalho voluntário, vamos construir um mundo melhor, por que quem presta esse trabalho sai ganhando, assim como que o recebe.

Colaborou Diego Binder

Postado dia 20 de agosto de 2008

Jornalista lança livro criticando o contexto infantil nas fronteiras do Brasil

Postado dia 16 de agosto de 2008

König exibe satisfeito o resultado de cinco meses de investigação

O jornalista paranaense Mauri König lançou, nesta quarta-feira (13), seu primeiro livro intitulado “Narrativas de um correspondente de Rua”, no qual revela a realidade de exploração infantil na região das fronteiras brasileiras.
Durante os cinco meses de trabalho, envolvendo planejamento e edição do material, König constatou que os professores geralmente são os primeiros a saber se a crianças estão sofrendo violência sexual, seja em casa ou na rua. Ele chegou a essa informação por meio de pesquisa junto ao Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil (IPEC) e conselhos tutelares, que averiguam a situação de crianças que não atingem 85% de freqüência nas aulas.
Quando questionado sobre a participação da polícia em investigar esses casos, o jornalista foi enfático: “A preocupação da polícia nas regiões de divisa com outros países é o tráfico de armas e drogas”. E completou falando que essa fiscalização fica a cargo de conselhos tutelares e outras entidades de proteção a criança que, na imensa maioria, não têm infra-estrutura e pessoal capacitado para tal função.
Outro aspecto de indignação presente no livro-reportagem de König é que em algumas regiões de fronteira no Brasil ocorre a dupla exploração, sendo ela tanto sexual, quanto para servir ao tráfico de drogas. “Nos prostíbulos, meninas são mandadas para suas cidades natais portando drogas e servindo como meio de circulação de entorpecentes”, disse o jornalista.
König ainda descobriu que há diferenças entre culturas no que diz respeito ao tratamento do assunto nas regiões norte e sul. Segundo ele, nas divisas ao norte, o comportamento é considerado tão normal que as crianças ficam nas ruas à espera de trabalho. “Não há nenhum artifício de divertimento que faça as crianças fugir dessa realidade, como uma praça de esportes, por exemplo”, comenta. Já na região sul, o que impera é a cultura machista. “Conversei com psicólogas e percebi que o homem julga a mulher como um objeto, acham normal abusar de crianças e jovens”, revela.
O lançamento do livro de Mauri König abriu o ciclo de palestras promovidas pela Associação Cristã de Assistência Social, que abriga crianças em risco social e pessoal.

Colaborou Diego Binder

Mostra de Ação Voluntária iniciou suas atividades na FIEP

Postado dia 6 de agosto de 2008

Hoje começou a 7ª Mostra de Ação Voluntária, promovida pelo Centro de Ação Voluntária(CAV). O tema desse ano é Cidadania e Responsabilidade Social e juntamente com esse evento acontece o 1º Congresso Nós Podemos Paraná, cuja pauta é Educação para a Sustentabilidade.
A mostra visa apresentar iniciativas de temáticas sociais, bem como promover um espaço de discussão entre os participantes do evento, para que com o intercâmbio de informações e idéias surjam novas ações para um mundo melhor.
O Congresso Nós Podemos Paraná tem a prioridade de discutir as iniciativas presentes no estado, que colaborem com os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, sendo eles, acabar com a miséria, promover educação básica de qualidade para todos, igualdade entre sexos e valorização da mulher, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde das gestantes, combater a AIDS, malária e outras doenças, promover a qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente e por fim o conceito de que todos trabalhem para o bom desenvolvimento do planeta.
Nesse ano o evento já confirmou 400 pessoas e a maioria das palestras e cursos já estão com as inscrições esgotadas. Todas as atividades são gratuitas e para se inscrever nos cursos a disposição acesse www.mostradeacaovoluntaria.org.br/inscricao-texto.htm.
A primeira oficina foi hoje a tarde e abordou o tema Sistema de Monitoramento de Indicadores, ministrada pelo mestre em ciências geodésicas, Alby Duarte Rocha. O cerimonial de abertura do evento ocorreu no Auditório Paulo Freire, às 19h30, com a palestra Panorama atual da Educação para a Sustentabilidade.
Lembrando que esse ano a Mostra de Ação Voluntária e o Congresso Nós Podemos Paraná acontecem de 6 a 9 agosto no Pavilhão Horácio Coimbra da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) que fica à Av. Comendador Franco, nº 1341, no bairro Jardim Botânico.
Os horários das atividades no evento, na quarta feira, 6 de agosto, começaram as 14h e vão até as 21h, nos demais dias são das 9h às 21h. Para mais informações acesse o sítio do evento www.mostradeacaovoluntaria.org.br.

Colaborou Diego Binder

Postado dia 23 de julho de 2008

Se você deseja incluir algum evento do terceiro setor em Curitiba, envie-nos um e-mail: horadasongs@gmail.com

Para melhor visualização, clique na imagem

Criação de Ongs exige documentação e força de vontade

Postado dia 17 de julho de 2008

Papelada necessária para regularização de ONGs

Com a intenção de conhecer de perto toda a burocracia necessária para regulamentar uma instituição sem fins lucrativos, o Hora das Ongs foi atrás de órgãos que devem ser procurados por aqueles que pretendem abrir uma organização não-governamental. O resultado deste longo caminho você confere neste post, que conta também com depoimentos de algumas fontes que já trilharam esta empreitada e comentam: “quem deseja abrir uma ONG deve ter paciência e perseverança. Mas, acredito que todas essas exigências são necessárias para separar as instituições sérias, daquelas que não estão engajadas na promoção e inclusão social”, disse Valdir Machado, fotojornalista que demorou mais de um ano para regulamentar o Instituto Pratique Esporte.
Primeiramente, um grupo de pessoas precisa se reunir e discutir a missão, valores, visão e outros objetivos que a entidade pretende alcançar. Isto significa que a iniciativa deve ser coletiva, e não de apenas uma pessoa.
O segundo passo a ser dado é a realização de uma Assembléia Geral de Constituição que aprovará os itens discutidos na primeira reunião e formalizará essas informações no Estatuto Social – um documento que, depois de escrito e devidamente assinado por advogado, contador e membros da ONG, deve ser disponibilizado e registrado em um dos seis órgãos fiscalizadores, conforme a área de atuação da entidade. Para ONGs ligadas à direitos da criança e adolescência, por exemplo, existe o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescência de Curitiba (Comtiba). Além do Comtiba, existem ainda os Conselhos municipais, estaduais e nacionais responsáveis pelas regularizações das associações.
Mas, o registro do Estatuto Social no órgão específico é o último passo a ser dado. Antes, é preciso correr atrás de uma outra papelada, como o Alvará de Licença para Funcionamento da sede da Ong, disponibilizado nas prefeituras municipais, o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) que a instituição adquire através da Receita Federal, além das tradicionais cópias de RG, CPF, comprovante de residência e declaração de idoneidade de todos os dirigentes.
Para a diretora-geral da Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial (Afece), uma das mais antigas de Curitiba que trata deficiência intelectual, a regulamentação junto à prefeitura foi a mais complicada e também mais demorada.
Por falar em dirigentes, vale lembrar que, para a ONG ficar isenta de Imposto de Renda(IR), o presidente, vice-presidente, tesoureiro e demais conselheiros, não podem ser remunerados. Outra questão comum relacionadas às instituições que integram o Terceiro Setor diz respeito ao seu giro financeiro. Para que seja sem fins lucrativos, uma organização deve reaplicar todo o dinheiro captado na própria entidade.

Colaborou Diego Binder

Shopping cede loja temporariamente à Acridas

Postado dia 4 de julho de 2008

Loja no Polloshop Alto da XV fica até o dia 15 de julho

Loja no Polloshop Alto da Xv fica até o dia 15 de julho

A Associação Cristã de Assistência Social (Acridas), Ong que abriga mais de 100 crianças à espera por adoção, começou o mês de julho com uma grande conquista. A instituição, que recentemente lançou uma coleção de sacolas, bolsas e bonecos artesanais feitos com sobras de retalhos de panos, ganhou uma loja para vender seus produtos temporariamente.

Segundo a coordenadora de comunicação da Acridas, Graziely Prezutti, este apoio é inédito em Curitiba. “Conheço outras entidades que também receberam pontos de vendas temporariamente em shoppings, mas ONG mesmo nunca teve este tipo de apoio. Além disso, os espaços cedidos geralmente são quiosques, mas nós conseguimos uma loja como qualquer outra presente no shopping. Isto é formidável”, comemorou Graziely, que também revelou ser um sucesso o dia da inauguração. “Nossas costureiras voluntárias levaram mais de 10 dias para produzir os produtos que praticamente já estão liquidados. Agora, vamos acelerar a produção para não ficar sem ter o que vender nos finais de semana”, disse.

Para desenvolver o projeto ecológico, a Acridas contou com a ajuda voluntária da especialista em gestão ambiental, Consuelo Rodrigues, que trouxe a idéia do exterior. “Na minha profissão, vivo viajando e participando de congressos. Quando vi o modelo destas bolsas numa feira, acreditei que poderíamos fazer algo parecido, mas com um custo muito baixo, além de poder reaproveitar tecidos que antes iriam para o lixo”, revelou Consuelo. A gestora ambiental afirmou ainda que, as sacolas foram planejadas milimetricamente. “Desenvolvemos um produto resistente, bonito, prático e, principalmente, barato”, destacou ela que também ajudava nas vendas da loja.

As bolsas, que custam de R$ 10,00 a R$ 15,00, fizeram o maior sucesso na inauguração do ponto comercial solidário. “Muitas das pessoas que entram não acreditam no preço dos produtos e, quando descobrem que estão colaborando com o abrigo, muitas vezes nem devolvem o troco”, disse a atendente, Marília Baiachi.

Texto e foto: Cassiano Ribeiro

O Hora das Ongs

Postado dia 18 de junho de 2008

Salve, salve, internautas!

A partir de hoje, a informação direcionada a todos os interessados no Terceiro Setor estará disponível também aos visitantes do site da 91rock. Aliás, gostaríamos de parabenizar a Rádio e toda a equipe responsável por esta reestruturação do site. Fazemos questão de destacar que a comunicação é investimento, não despesa.

A abertura deste espaço, que pretende discutir os temas abordados pelas milhares de Organizações Não-Governamentais, significa reconhecer a importância dessas entidades que, há tempos, transformam o cenário social do nosso país. Mas, não somos ingênuos o bastante para crer que todas elas cumprem com seus deveres de maneira séria e, principalmente, limpa. Contudo, depois de nos aproximarmos de algumas Ongs da Curitiba, foi possível concluir que a maioria delas ainda luta em prol do bem-estar ao próximo. Por isso, ressaltamos que o Hora das Ongs é um veículo que tem como compromisso a informação, seja ela boa ou uma denúncia.

Interaja conosco

Se você entrou no site oficial do Hora das Ongs e viu a mensagem que dizia estarmos em reformulação ou foi direcionado ao blog da 91Rock, não se preocupe. Não tiramos o site do ar para sempre, pelo contrário. Estamos trabalhando “off-line” para voltar com um conteúdo atualizado e ferramentas mais modernas. Novos programas de áudio serão inclúidos na área “Pod Ouvir” e outros de vídeo na área “Pod Ver”, além campanhas, matérias escritas, novas imagens e muito mais.

Para provar isso, colocamos a imagem da nova logo do site Hora das Ongs, criada pela designer Ana Cristina Rigoni, que tem suado a camisa para conseguir nos apresentar a nova “cara” do site.

Por fim, achamos que o mais adequado seria vocês, visitantes, elegerem a melhor logo.

Por isso, sintam-se à vontade. Critiquem, opinem, comentem, nos dêem sugestões.

Até mais!

Saudações,

Cassiano Ribeiro e Caroline Dariva

Perfil

Perfil

Cassiano Ribeiro e Caroline Dariva

Cassiano Ribeiro é jornalista, atua nas áreas de economia e esportes e desde 2001 se dedica à comunicação no Terceiro Setor.J unto com sua colega e também jornalista, Caroline Dariva, idealizaram o site Hora das Ongs, um veículo de notícias que aborda temas discutidos pelas Ongs deCuritiba. Atualmente, Caroline presta serviços como assessora de imprensa tanto para organizações não-governamentais como clientes de outro gênero.

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